“Autismo não se cura, se compreende” – Prefeitura promove palestra para abordar o tema

A Prefeitura, por meio do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (COMDICA) e da Secretaria de Educação, Cultura e Desporto promoveu palestra voltada à conscientização sobre o Autismo.

Convidado para abordar o tema, o representante da Promotoria Regional de Educação, Paulo Roberto Charqueiro, ministrou a palestra “Autismo não se cura, se compreende”.

O evento reuniu mais de 300 pessoas. Entre os convidados, profissionais da área da educação, pais de alunos autistas, funcionários públicos, representantes de entidades governamentais e não governamentais, conselheiros tutelares e vereadores.

Na abertura, o prefeito Mauro Nolasco, ao lado da vice, Gilciane Baldassari, do secretário de Educação, Gustavo Rodrigues, da presidente do COMDICA, Ignácia Farias e do promotor Paulo Charqueiro, ressaltou o compromisso da gestão em promover atividades como essa. “É uma oportunidade para que, junto à comunidade e aos profissionais de educação, possamos buscar o aprimoramento em ações inclusivas”, disse o prefeito.

Na ocasião, o promotor destacou a importância de difundir informações sobre o transtorno e combater o preconceito, ressaltando também o papel fundamental da família e o atendimento na rede municipal, desde o diagnóstico até formas de intervenção e acompanhamento.

Para Charqueiro, o grande desafio dos educadores e familiares dos portadores de autismo é respeitar as limitações desses alunos, sendo que as escolas precisam oferecer o que precisam.

Ao longo da tarde de Promotor Regional de Educação respondeu perguntas de pais e profissionais da educação, esclarecendo dúvidas sobre a legislação e procedimentos adotados para melhorar a convivência com o autismo.

Vale destacar que o autismo, quanto mais cedo identificado, maiores as chances de evolução. Alguns dos indícios que contribuem para o diagnóstico são:
dificuldades na linguagem, socialização e contato visual. A forma de brincar pode ser peculiar, os interesses são restritos e, em geral, os padrões de comportamento são repetitivos.

A atividade ocorreu na terça-feira (03), no Salão da Paróquia Santa Tecla.